O dia era 16 de dezembro do ano de 2001, um domingo, a grande final da primeira edição do reality de Silvio Santos. O dia começou perfeito, com o “Qual é a Música?” ganhando de Xuxa, placar: 19 a 12. Depois veio Gugu esmagando Fausto Silva com o placar de 25 pontos contra 19 da TV Globo. Mas a grande estrela da noite estava por vir, pois a final do programa de confinamento conseguiu inacreditáveis 48 pontos de média com 55 de pico. Uma audiência, atualmente, inconcebível.
Enfim, o que a Record fez foi, simplesmente, piorar o formato, adicionar um “Théo Becker” e colocar um “Brito Jr.” na frente da televisão. A única novidade é que a emissora dos Bispos sacrifica todo o restante da grade em função do programa. Não respeita os telespectadores dos demais programas, quem dirá os apresentadores. O “Hoje em Dia” vira o PPV da fazenda, o “Programa do Gugu” se torna o ‘quem quer dinheiro?’, Ana Hickmann fica simpática e até o “Domingo Espetacular” perde a graça.
Só que uma coisa tem que ser ressaltada pelo fato de ser admirável na Record. A emissora conseguiu piorar o formato da “Casa dos Artistas”.
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