“Minha saúde é impecável! Eu sempre me cuidei, fiz todos os exames necessários e meu corpinho é de 30!”, brincou.
O Fuxico: Qual foi sua reação ao saber que estava grávida?
Márcia Goldschmidt: Foi de surpresa total, apesar de desejada, eu sinceramente não tinha ainda vislumbrado corretamente o cenário!
OF: E ao saber que eram gêmeas?
MG: Maior ainda! Eu quase caí para trás. Na verdade eu caí mesmo, literalmente.
OF: E o pai das crianças, como está sendo para ele?
MG: São os primeiros filhos dele. Ele está super radiante de felicidade, é claro.
OF: Ser mãe era uma coisa que você sonhava?
MG: Eu já sou mãe de um rapaz de 18 anos, mas nunca pensei que a essa altura da vida ainda fosse recomeçar essa aventura
OF: Fez algum tipo de tratamento ou inseminação artificial?
MG: Essa não é minha primeira gravidez, portanto, apesar de não ser nenhuma teen, ainda tinha muitas chances com um pequeno auxílio da medicina.
OF: Mas pelo fato de ter 50 anos, você não teve receio de uma gestação?
MG: Claro que não! Minha saúde é impecável! Eu sempre me cuidei, fiz todos os exames necessários e meu corpinho é de 30! [risos]
OF: E existe alguma restrição ou cuidados especiais por conta da idade?
MG: Não, essa coisa de idade só existe quando você não tem a saúde em dia. O que existe é uma restrição por serem gêmeas e se tratar de uma gravidez de risco.
OF: Está sentindo muitos desejos?
MG: Sim alguns, mas só de comida brasileira: quero comer pinhão, tomar caldo de cana, comer goiaba, feijoada, pururuca... Aiii, que delícia! Pena que aqui não tem!
OF: Oparto está programado para o começo de dezembro, qual sua relação com os sagitarianos?
MG: Existe uma grande probabilidade de serem sagitarianas, regidas por Júpiter e do fogo, assim como eu. Não tenho uma relação especial com os sagitarianos, mas pelo jeito vou começar...
OF: Vai dar a luz suas filhas no Brasil ou Portugal?
MG: Aqui em Portugal porque senão teria que ficar muito tempo longe do meu marido... Mas eu gostaria que elas nascessem no Brasil
OF: Onde mora em Portugal e como é sua vida aí?
MG: Moro no Porto e minha vida aqui é, no mínimo, bucólica como a cidade. Uma vida simples, saudável, em frente ao mar e junto ao Rio Douro. Nada a ver com a vida em São Paulo. Exatamente o extremo oposto.
OF: Após o parto e quando os bebês estiverem maiores, pretende voltar à tevê ?
MG: Isso ainda não sei, mas vou voltar a trabalhar, sem dúvida. Não sei se na tevê... Se eu receber uma boa proposta por que não?
OF: Do que mais sente falta na tevê?
MG: De estar com as pessoas, de poder motivá-las a superar suas barreiras e conquistarem a felicidade.
OF: E do que menos sente falta na tevê?
MG: Do assédio e do oba-oba. Essa parte eu nunca gostei mesmo!
OF: O que a fez parar de fazer tevê, já que seus programas sempre foram sucesso de audiência?
MG: Minha opção pela vida pessoal. Estava bem na tevê, sempre fui bem sucedida em termos de audiência, mas eu queria praticar o que pregava, ou seja, ser feliz envolve diretamente a coragem que se tem para fazer escolhas, mesmo que difíceis.
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